©Elisabeth Vieira Alvarez

Direcção Artística, Coreografia, Cenografia e Figurinos: Rafael Alvarez

Co-criação e Interpretação: Cristina Tavares, Diana Niepce Bastos, Frederico Augusto,

Inês Cardoso, Noeli Kikuchi, Rita Pinho

Assistência: Noeli Kikuchi

Desenho de Luz e Operação Técnica: Guilherme Pompeu

Coordenação e Produção: Rafael Alvarez | BODYBUILDERS

Apoio à Produção e Coordenação Plural/Fundação LIGA: Cristina Passos

Gestão Financeira: Sara Lamares

Assessoria de Imprensa: Mafalda Simões

Fotografia e Livro: Elisabeth Vieira Alvarez

Apoio à Edição Livro: Susana Paiva

Registo Vídeo Espectáculo: Bruno Canas

Design Gráfico: Paulo Guerreiro

 

Co-produção: BODYBUILDERS | Rafael Alvarez e Plural_Companhia de Dança/Fundação LIGA

 

Parcerias: Escola Superior de Dança/IPL, Carpintarias de São Lázaro

Parcerias Media: Antena 2, RTP Palco

Apoio à Criação e Edição: República Portuguesa - Cultura / DGARTES

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UN TSUGI | Livro de Fotografia

autoria Elisabeth Vieira Alvarez | Edição BODYBUILDERS

 

*Lançamento e venda durante as datas de apresentação do espectáculo. 

Projecto fotográfico de Elisabeth Vieira Alvarez acompanha o processo de criação e ensaios do espectáculo UN TSUGI. As imagens fotográficas propõem uma dramaturgia visual paralela ao dispositivo coreográfico e cenográfico deste espectáculo de dança contemporânea e inclusiva.

Diana Niepce Bastos | Bailarina, coreógrafa e escritora, formou-se na Escola Superior de Dança e fez Erasmus na Teatterikorkeakoulun (Helsinquia). Complementou os estudos com uma formação do Forum Dança, Curso de produção gestão de artes do espetáculo, curso de professora de Hatha-yoga e actualmente escreve a dissertação no curso de Arte e Comunicação na Universidade Nova de Lisboa. Criadora de peças para as companhias GED, companhia Armazém 13 e Plural Companhia de Dança, criou ainda Raw a Nude em colaboração com Mariana Tengner Barros e 12 979 Dias na Biblioteca de Marvila. Enquanto bailarina e performer colaborou com o Bail-Moderne da Companhia Rosas, Felix Ruckert, Willi Dorner, António Tagliarini, Daria Deflorian, La fura del baus, May Joseph, Sofia Varino, Miira Sippola, Jérome Bel, Ana Borralho e João Galante, Ana Rita Barata e Pedro Sena Nunes, Mariana Tengner Barros, Rui Catalão, Rafael Alvarez, Adam Benjamin, Justyna Wielgus. Actualmente colabora de forma independente com a companhia polaca Teatr21, Cim companhia de dança, Plural Companhia de Dança, e de forma regular com os artistas Bartosz Ostrowsky, Mariana Tengner Barros e Rui Catalão. 

Noeli Kikuchi, de nacionalidade japonesa, nasceu em Viana do Castelo, Portugal. Iniciou os seus estudos em dança contemporânea na Escola Superior de Dança (IPL), em 2016. Destaca na sua formação artística os docentes Amélia Bentes, Bárbara Griggi, Catarina Câmara, Jácome Filipe, Maria Barros Ramos, Sylvia Rijmer e Tom Colin. Ainda em contexto académico, foi selecionada como intérprete para a peça Profunda Pele de João Fernandes e Ângelo Cid Neto, que foi apresentada em 2018 no MetaDança – Festival de Artes Performativas. No ano seguinte é selecionada para participar na residência artística da KARNART C.P.O.A.A., orientada por Luís Castro e Vel Z. No mesmo ano também é selecionada para participar no programa Compositores e Coreógrafos – EVC, coordenado pelo compositor Luís Tinoco e pelo coreógrafo Victor Hugo Pontes. Adicionalmente, neste programa destaca o contacto com os coreógrafos Elisabete Magalhães, Maria Antunes e Miguel Ramalho. Em 2019, no mesmo ano em que concluiu a licenciatura, ingressou no curso de mestrado em Artes Cénicas pela Universidade NOVA de Lisboa. Atualmente é membro do elenco do Manga Theatre, sob direção de Tiago Faria, como

também é assistente de movimento junto do encenador Hugo Gama no ULTIMACTO – Grupo de Teatro da FP.IE - UL. Como intérprete participa no programa Novíssimos – EVC, na criação de Andreia Marinho e Adreia Alpuim, e integra também a nova criação de dança inclusiva UN TSUGI do coreógrafo Rafael Alvarez, para a Plural Companhia de Dança

UN TSUGI 雲継ぎ

de Rafael Alvarez | BODYBUILDERS

& Plural_Companhia de Dança

Estreia absoluta

4 e 5 Junho, sexta e sábado, 19:00

Carpintarias de São Lázaro

R. de São Lázaro 72, Lisboa

UN TSUGI (nuvem de ligações) convoca a prática terapêutica shinrin-yoku - expressão nipónica para banho (shinrin) e floresta (yoku), literalmente ‘banho de floresta’. O dispositivo coreográfico e cenográfico do espectáculo coloca simbolicamente e materialmente a figura das árvores e da inteligência dos eco-sistemas florestais como paradigma para pensarmos o lugar e o papel do corpo - ético, ecológico, poético, político e estético num tempo de emergência climática global, reflectindo sobre a herança e a inteligência das árvores, sobre a vida em comunidade e sobre a diversidade e co-existência de espécies humanas e não-humanas. 

 

Este novo espectáculo de dança contemporânea da BODYBUILDERS | Rafael Alvarez & Plural_Companhia de Dança/Fundação LIGA, com direcção artística do coreógrafo Rafael Alvarez, assinala os 26 anos desta companhia pioneira em Portugal na área da dança inclusiva, resultando da colaboração entre seis intérpretes com e sem deficiência/diversidade funcional, bailarinos residentes da Plural, recém-licenciados da Escola Superior de Dança e outros artistas convidados. 

O ‘kintsugi’ técnica milenar e artesanal do Japão que consiste em reparar e ligar peças quebradas de cerâmica através de uma liga dourada inspira a origem e título deste projecto. Os corpos que se convocam através do projecto TSUGI (do japonês: reparar, ligar, unir), são corpos de resiliência, resistência e acção, são corpos de ligação. Não pretendemos camuflar a natureza frágil que nos humaniza, mas antes celebrar, plantar e reflorestar a diversidade e a pluralidade. O desafio trazido a palco, será o de pensar o presente e o futuro sustentável a partir da poesia destes corpos-árvore.

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TSUGI é um projecto multidisciplinar (dança e fotografia), inclusivo e intergeracional, promovido pela BODYBUILDERS | Rafael Alvarez entre Novembro de 2020 e Abril de 2022, envolvendo respectivamente intérpretes com e sem deficiência/diversidade funcional, recém-licenciados em dança e outros artistas convidados; maiores de 55 anos e seniores, com apresentações em Lisboa, Ílhavo e Paris. TSUGI aprofunda e dá continuidade à investigação artística e criação coreográfica desenvolvida pelo coreógrafo Rafael Alvarez em torno do Japão desde 2017.

Bilhete normal 10€

Bilhete com desconto 5€

(desconto para pessoas com deficiência mediante apresentação de atestado multiusos e acompanhante, desconto para clientes e colaboradores da Fundação LIGA, desconto para a comunidade escolar da Escola Superior de Dança) 

 

Reservas: reservas@csl-lisboa.pt 

(levantamento de bilhetes reservados até 2 horas antes do início do espectáculo; pagamento disponível apenas em dinheiro)

 

Horário da bilheteira:

Quinta das 12h às 18h

Sexta e Sábado das 12h às 19h

 

(acessibilidade para pessoas com mobilidade reduzida)

 

*A receita da bilheteira deste espetáculo irá apoiar a continuidade das atividades artísticas desenvolvidas para pessoas com deficiência pela Casa das Artes, da Fundação LIGA.

A Plural é uma companhia de dança inclusiva com um percurso pioneiro de mais de 26 anos apostando na criação, pesquisa, formação, sensibilização e produção de projectos coreográficos, ao nível nacional e internacional, resultando do encontro e colaboração artística entre intérpretes com e sem deficiência, profissionais, estudantes e comunidade da dança. O desafio lançado por cada um dos seus espectáculos promovidos pela Fundação LIGA desde 1995 com apresentações em Portugal, Espanha, Itália, Reino Unido e Estados Unidos, é o de pensar e reinventar a Diversidade Humana através do Corpo e da Dança Contemporânea criando oportunidades para um mundo e um palco cada vez mais plurais. Organiza ainda formação regular em Dança Inclusiva (aulas regulares, laboratórios e workshops) dirigidos a participantes com diversidade funcional, estudantes e profissionais da áreas da dança, reabilitação e inclusão social.

A Fundação LIGA capacita pessoas em situação de vulnerabilidade, nomeadamente com deficiência, promovendo competências, autonomias e qualidade de vida, através da disponibilização de recursos nas áreas da (re)habilitação, formação profissional e emprego, acessibilidade e das artes, contribuindo para o desenvolvimento de uma sociedade mais inclusiva e plural. Publicamente constituída a dois de Março de 2004 por personalidades de diversos sectores da sociedade portuguesa, surge na continuidade das associações fundadoras, a LPDM Centro de Recursos Sociais (1994) e a Liga Portuguesa dos Deficientes Motores (1954), a primeira resposta neste domínio, organizada pela sociedade civil portuguesa. Abrange cerca de 1.600 Pessoas/ano, entre os zero e os mais de cem anos, com condicionamentos da sua funcionalidade física, social e/ou cultural.

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